Lentamente como um bicho,
Um bicho esfomeado ou por algo,Ou alguém que não joga ao lixo,
Os sentimentos que dizemos por alto.
Corrói a madeira,
Com o minimo de burburinho,
Até não restar nada de nada,
Apenas um lugar, um buraquinho.
Nesta vida, por mais que tentemos,
Nunca conseguimos lidar com isto,
Ela existe sim, e matá-la? experimentemos,
Decerto que se esconde, ou nem isso.
Ver para crer,
É algo de pouca fé,
Mas crer que morre, sem ter,
É totalmente diferente.
Com a saudade à porta,
Parece que a vida,
Torna-se escaça, torta,
Consegue-se vêr a cor correndo desvanecida.
Caída, num canto duma sarjeta,
À espera que a vontade seja feita,
Tornar a saudade em prazer,
É algo que ainda tenho que fazer.
Agora percebo,
Eu não entendia,
Agora, a cada conclusão que chego,
Sei o quão estúpido fui naquele dia....
A saudade existe para nos matar, ou para nos mover.
ResponderEliminargosto muito!
Obrigado Sall!
ResponderEliminarO teu devaneio vai ficar registado! ;) *