terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A filtragem!





Sem dúvida, que nestes dias, de um início efémero de vida, existe um ligeiro problema de compreensão.
Problema agora, solução depois. É a partir deste reconhecimento que temos, no início da casa dos "20", que chegamos a tantas conclusões. Querendo mudar de estilo de introdução, ou integração mental, a partir de um ecrã de 15", sem licença ou permissão, ou vice-versa, é o meu objectivo de agora.

A questão, desenrola-se em busca de uma ponta solta para se poder pegar, e conseguir chegar mais depressa ao fim da meada. Pondo preconceitos de lado, e "palmadinhas" nas costas, de parte, posso garantir que existe, de facto, uma enorme massa, gigantesca, tão grande, que mesmo hiperbolizando este tema, nem chega para conseguir quantificar, esta percentagem de "problemas".
Sempre se soube isto, mas como nesta casa dos "20", chegamos a tantas conclusões, esta é mais uma.
A hipocrisia, o "enrolar" uma história "mira-bulante", pior que um filme de Steven Spielberg, e o descontentamento que causa, no foro psicológico pessoal, de uma mera mente, simples e intacta, causa tanto impacto, quanto um palhaço estripador. E eu dou-me bem com palhaços...

Numa onda de tentar, equilibrar esta balança, com esta massa enorme de um lado, e 4 pessoas no outro, lá vem outro facto, a juntar, ou a agrupar a este conjunto de descobertas para um novo mundo!

O facto de que, muita gente, para além de ser hipócrita, mente! Com tantos dentes, quanto os que tem na boca. E disto, não há salvação. Podemos é salvar-nos; nós, sermos os nossos próprios heróis, e negar a ouvir, ou simplesmente presenciar, uma situação destas. A descoberta para tal mundo, cheio de sorrisos, palavras, gestos, e oportunidades aliciantes, que na realidade não passam de uma "caixa" Chinesa vendida aos Americanos, e renegociada com os Espanhóis, é um autêntico delírio fatal. E eu faço parte deste esquema...

No entanto, falam, falam, falam, falam, falam e falam, com uma mente tão vazia, quanto um frigorífico na loja de electrodomésticos novos, ainda  por vender. Alguns ainda tem os cadernos e manuais, plastificados. Torna-os mais resistentes a verdades, para conseguirem viver no seu mundo débil.

No Wikipedia, podemos confirmar que:
"Apesar do fato das fêmeas efetuarem a maior parte da caça, os machos são igualmente capazes. Dois fatores os impedem de caçar tantas vezes quanto as fêmeas: o principal é o seu tamanho, que os tornam muito fortes, porém menos ágeis e maiores gastadores de energia; outro fator, de menor relevância, é sua juba, que sobreaquece os seus corpos, deixando-os mais rapidamente exaustos.

As fêmeas são sociais e caçam de forma cooperativa, enquanto os machos são solitários e gastam boa parte de sua energia patrulhando um extenso território. É sabido, porém, que tanto machos como fêmeas passam de 16 a 20 horasdiárias em repouso, num regime de economia de energias, uma vez que seu índice de sucesso em caças é de apenas 30%." -Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%A3o s/ correcção -



Sim, são elas que vão a caça, e ainda tem que arranjar tempo para cuidar dos seus niños!
 Porque, basicamente o Leão, não faz nada. Simplesmente, atormenta quem tenta a pacificidade da sua própria tropa. Se temos este exemplo, numa natureza, um pouco ou nada racional, é óbvio que temos algo parecido no nosso meio. É rara a vez que, haja alguém que possa cuidar de si mesmo, ou de quem esteja, à sua volta. Mas, sei que há caminhos feitos para encontrar essas pessoas, pelo simples facto, de se destacarem do resto.
Se cria o seu passado, forja o presente, e mente em relação ao futuro, como pode ter o discernimento de dizer algo que seja verdade? As palavras não são a massa com que fazem bolachas que comemos todos os dias.
Onde no pacote, vemos escrito:
Contém vestígios de...
Dude! Uma máquina não é perfeita, nunca será, desde que envolva uma mente humana no seu projecto.


Pessoas que não saibam onde fica o sul, ou norte, por favor, fechem as matracas.
Aprendam primeiro, como todos os outros, para depois conseguirem ter alguma moral para falar.
Sem dúvida, que nestes dias, de um início efémero de vida, existe um ligeiro problema de compreensão.
Problema agora, solução depois. É a partir deste reconhecimento que temos, no início da casa dos "20", que chegamos a tantas conclusões.
Cheguei a esta...
E agora?