domingo, 10 de outubro de 2010

Que ferida?

UAU que é isto?
Será aquilo outravez?
Não pode, será um cisco?
Não...é algo mais, cresceu durante um mês.

Não quero pensar que seja assim,
O vento não leva dores,
O tempo sara as feridas mas não é amigo de mim
Não quero perder-me nos problemas dos meus amores



Não sei, não entendo..
Surgiu assim do nada,
Doeu, porque dói não vendo,
Parecia Tudo menos uma facada.

Confiança é pouca,
A certeza de ser seguro,
É inimaginável diminuta,
Não percebo o que vejo no futuro.

Será um adeus eterno?
Será um olá perpetuo?
Será um carinho para todos os dias
ou será um caminho entre fobias?

A cabeça dá umas voltas,
Nem sei o que dizer já,
O português correcto,
Finaliza, como uma mosca no chá.

O certo do errado,
É que doeu não sabendo,
A razão da dor em que penso,
A qual nem tem cabimento.

Foi algo no coração,
Sei que sim,
De Ser tão forte...
As pontadas que me dão.

Só doeu um pouco... mas ainda cá está
O asfixiamento da bomba
Na qual em que busco o segredo
Como uma pomba, quero ter paz.

Eu não sei o que me deu,
Só sei que finjo,
Será que digo?
Então, o burro serei eu.

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