segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Carta do desespero.

Não quero pensar que estarás disposta a qualquer coisa, como uma amizade, ou algo que se pareça, porque nunca irei aguentar, esta vontade que tenho para te dizer, tudo aquilo que gostava...
Não terei forças para deixar as palavras que já foram proferidas, mas consigo buscá-las ao passado, e transferi-las para o presente, e acho que isso tu não queres.

De tudo o que se passou, só gostava de não me teres dito que não voltavas, só gostava que de não me teres dito, para te prometer que te esqueceria, por mais que isso fosse contra a minha vontade, a tua teria que prevalecer, como prova do meu amor por ti.

Palavras para mim, tem poder.
E palavra de honra, tem mais que poder, tem respeito pela minha pessoa. Fui educado à moda antiga, e muito já perdi, dessa educação, para contornar a tua forma de ser.

Gostava que me dissesses outravez aquela palavra,
Gostava que me elogiasses outravez,
Que mandasses ao ar, aquele "parvo!" do mesmo jeito que falavas,
E aquelas mensagens á noite até tu adormeceres..

Mas agora, não tenho escolha...
por mais que não queira, ou por mais que queira, gostava de te ter outravez, para nunca mais te largar...

Adoro-te, mas falar contigo, só põe em causa a minha palavra. Não me tentes...

2 comentários:

  1. ='( Está lindo David. Como eu percebo o que dizes...
    Força, estarei cá para te apoiar. ;)***

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  2. Obrigado, Dany!
    O teu devaneio vai ficar registado ;)

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